terça-feira, 22 de setembro de 2009

Foi tarde

Eu nunca acreditei que poderia presenciar tal fim, jamais imaginei que tudo iria ser assim. Se dar por vencido, por perdido, por esquecido e pisoteado. Por inúmeros motivos eu te olhei nos olhos bem mais de uma vez, mas nenhuma das vezes eu senti seus olhos me retribuindo algum calor. Seus olhos diziam um frívolo adeus, suas mãos eram tremidas ao me tocar, seus lábios condenavam palavras malvadas.Apenas nunca achei que chegaria a isso. A essa distância tão bizarramente estúpida, a esses conflitos tão bizarramente silenciosos. Eu nunca mereci isso, eu nunca ousei merecer. Nunca magoei você, apenas o seu maldito orgulho. Maldito orgulho, que pelo julgamento de muitos, você não tem moral o bastante para ter. Ou melhor, nem moral você tem.O vestígio restante de seus cheiros e de seus beijos. O vestígio de nós dois, está indo embora agora.

Um comentário:

Bruno Bortoleto disse...

em algum momento o amor se converte em odio e pode ser tbm as vezes ao contrario. dificil encontrar esse ponto, e é o momento chave que poem tudo de mais belo em risco.. o relacionamento. para o amor nunca é cedo ou tarde de mais. ha esperança pra tudo.