Todos os sons se calaram, exceto pelo barulho do vento nas folhas. A porta, ainda terminando o trajeto lentamente, bateu contra a parede. Fiquei onde estava, no chão. Chorei porque meu coração estava se partindo. Não, meu coração estava completamente partido.
Depois de vários instantes, as cigarras mais uma vez emitiram o seu coro apaixonado. Fiquei de pé, cambaleei pela sala, e parei, tremendo, de frente para a porta aberta. Lá fora, a luz da lua iluminava a rua deserta.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
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